Nívia Colunista: “Qual seu valor para sociedade?”

Oi meus amores.

Preparados para a recomendação da semana? Se você ainda não conferiu a coluna lá no NoSet, essa é mais uma oportunidade. 

Essa semana estou me passando de fina e intelectual, o filme tema da crítica da coluna dessa emana é “Eu, Daniel Blake”, ganhador da Palma de Ouro de Cannes. É um filme europeu, simples, claro, emocionante, às vezes revoltante, mas sobre algo tão corriqueiro que a gente nem imagina que pode ser aproveitado para o roteiro de cinema.

Esse tema tão corriqueiro é a burocracia. Sabe aquilo que nós, brasileiros, reclamamos tanto e sempre nos colocamos para baixo, dizendo que em países de primeiro mundo não existe aquilo, que as coisas realmente funcionam.

Enganados estamos! Daniel Blake é inglês e tenta ganhar um auxílio doença pelo governo da Inglaterra. Sim, a grande Inglaterra, país de primeiro mundo, onde as coisas deveriam funcionar perfeitamente. Mas a realidade não é bem assim.

O filme mostra o lado humano daqueles que sofrem a negligência das autoridades, afinal só enxergam números e nomes em listas, nunca tentam pensar nas consequências na vida de cada um.

Apesar de ser um filme reflexivo não é pesado, não é cheio de enfeites, é uma história contada com delicadeza e clareza.

Espero que aproveitem essa obra e depois podem comentar por aqui o que acharam dela.

Beijinhos e até mais.

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