Minha retrospectiva… na dança!

Antes de mais nada tenho que fazer algo que teria que ter feito no domingo, mas não deu: divulgar a coluna do NoSet. Semana passada falei do revival de Gilmore Girls. Fãs e quase fãs, confiram lá e vamos discutir as opiniões dessas 04 episódios que ainda ressoam na minha cabecinha (depois de duas semanas que assisti).

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Esse ano foi beeeeeem complicado para o mundo. E não foi diferente para mim, mas se teve uma coisa que foi incrível, e que merece minha retrospectiva, foi a dança, tanto no ballet clássico como no contemporâneo. Vocês acompanharam, mas preciso falar mais um pouquinho dessa experiência.

Não sei se já deixei claro para vocês aqui, mas me surpreendi o quanto o ballet e a dança em geral significam para mim. Recomecei a dançar porque é uma atividade prazerosa, mas foi esse ano que percebi que eu poderia crescer no ballet. Fui resistente em alguns momentos, duvidando de mim mesmo, mas aproveitei e hoje eu quero mais.

Para começar bem o ano, um dos meus objetivos de 2016 já foi se concretizando, subir nas sapatilhas de ponta! Fiquei fazendo aula praticamente particular (o meu horário foi se esvaziando e ficou só eu), consegui evoluir muito mais do que imaginava. Depois voltei para as aulas da tarde, com uma turma para compartilhar dificuldades, o que é bem legal para essa evolução, compartilhamos vitórias e dificuldades.

Para mim aquilo já era o máximo que eu conseguiria esse ano, afinal esse era o objetivo, não imaginei que poderia vir mais. Na verdade eu achei que seria apenas ballet clássico por esse ano… mas a vida, e a confiança do meu professor, me levou a ter a confiança de enfrentar uma competição de dança na modalidade contemporânea. Detalhe, foi um solo!

Falei desse solo e dessa competição nesse post aqui: Meu Primeiro Solo

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Tem vídeo: 

Participar de uma competição com um solo já era de bom tamanho para mim, mas aí eu consegui uma coisa a mais: ser classificada para a etapa seguinte da competição, que foi realizada em Garça, interior de SP. Mas aí o sonho profissional ficou no meio, a prova do CACD de 2016 foi marcada duas semanas depois da viagem. Entre custos de cursinhos e tempo de revisão, não pude ir.

Continuando na questão financeira, que foi “drenada” para a preparação do concurso (investimento, nunca gasto, aprendi muito com as aulas de inglês desse ano), quase não conseguia subir mais um degrau: dançar no espetáculo do final do ano com a sapatilha de ponta.

O ballet me trouxe amigos e pessoas que confiam em, que sabem que me realizo fazendo isso, apesar de tudo. Foram eles (especialmente meus pais, que financiaram tudo para mim) que me convenceram que os custos financeiros não iriam me impedir de realizar esse sonho (quase choro de emoção quando lembro da noite que meus professores e algumas amigas do ballet insistiram que eu participasse).

Esse ano eu já sabia que iria dançar duas coreografias, a do ballet adulto, sempre muito classudo (sempre somos aquele povo rico da corte, cheio de brilho e leque #amo), e a do ballet de ponta. Além dessas duas, fui colocada em umas das coreografias de contemporâneo.

Ou seja, experimentei três momentos maravilhosos dentro do espetáculo, a cena dos “vilões”, com toda a dureza (dava para fazer cara de ruim sabe), a cena da realeza (nobreza e burguesia #EntendedoresEntenderão) e a leveza e delicadeza de ser uma fada, roxa ainda mais (quero usar aquele tutu todo dia pra estudar kkkkk).

Falei mais do espetáculo no último post: A União Faz a Força… e um Belo Espetáculo

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Para 2017 eu desejo várias coisas nesse ramo da minha vida: fazer piruetas; encarar uma competição com uma variação (ou um solo simples) de clássico, se possível com outro solo de contemporâneo também; fazer mais aulas e, se possível, cursos; viajar por onde a dança possa me levar (sério, esse ano quero viajar mesmo, farei o possível).

Vou já fazer uma propaganda pessoal: marcas de artigos de dança, quiser uma garota-propaganda, uma digital influencer, uma aprendiz de bailarina para patrocinar nesses eventos aí, estou beeeeeeem aqui. Falando sério, podem me procurar.

Essa foi uma singela retrospectiva desse ano maravilhoso na dança!

Até mais e beijinhos

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4 comentários em “Minha retrospectiva… na dança!

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  1. Menina que maravilhoso! Eu sou apaixonada por dança, apesar de nunca ter levado tão a sério (só tinha aulas na igreja), sei o quanto é preciso investir em aulas, materiais, tempo e dinheiro, e admito muito pessoas assim como você que conseguem desenvolver esse talento. Contemporâneo é muito fantástico, um dos meus estilos preferidos junto com o ballet moderno, rs. Você já viu “So You Think You Can Dance?” é maravilhoso, eu fico babando! ❤ Me emocionei com o seu solo e desejo que em 2017 você possa alcançar cada um dos seus objetivos. Você tem talento e paixão, vai com tudo! ❤ Bjos da Cah! ❤

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