Nivia Colunista – “O Conde de Monte Cristo”

Nem é mais domingo, não é? Mas isso nem impede que eu divulgue aqui, para vocês o que foi que rolou lá na coluna do NoSet semana passada, farei um resumo ainda mais misterioso, quero ver todo mundo indo lá no site depois para me dar audiência por lá também. Combinado? Pois então vamos ao que interessa!

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Poucas vezes falei de filmes de época, fiz resenhas (posso dizer que o que eu faço é resenha, né?) sobre este estilo, mas eu realmente sou apaixonada. Há mais ou menos um mês, lá estava eu, estressada porque era a época da restrição alimentar, passando os canais da tv e acabei parando no Megapix, se não me engano. “Por que?”, vocês me pergunta. Porque estava passando “O Conde de Monte Cristo”.

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Esse filme é de 2002 que conta a história de traição contra um humilde imediato de uma embarcação francesa, Edmond Dantès, e a sua brilhante vingança 15 anos depois. Edmond tinha uma noiva, Mercedes, e uma forte amizade com o filho de um nobre membro da corte parisiense, ele era Ferdnad Montego.

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Apesar de toda a fortuna que herdaria de sua família, Ferdnand tinha inveja do amigo humilde, tanto pelo seu caráter, que era valorizado em seu meio, quanto pelo amor entre ele e Mercedes. Tendo todos os possíveis ilustres contatos na corte, Ferdnand arma uma traição que causa a prisão de Edmond em uma masmorra.

Depois de anos Edmond consegue fugir de sua prisão, mas acaba sendo capturado por um navio, provavelmente, de ciganos. Por lá ele aprende a se defender e ganha um protetor. Com isso, ele se sentiu pronto para voltar a Paris e se vingar de todos que armaram para ele. Primeiro ele analisa a atual situação, depois vai em busca de um ouro no Monte Cristo, assim ele poderá voltar como um nobre membro da corte, ninguém poderia o reconhecer, logo ele colocaria seu plano em prática.

Só por aí dá para sentir o poder desse filmes. Mas calma, o caráter de Edmond não é completamente jogado na sarjeta, antes que pudesse se arrepender de mais alguma coisa ele tem um sinal para parar e voltar a ser o bom homem que era. São justamente essas reviravoltas que dão a graça do filme, quase em um tom filosófico. Não podemos esperar nada menos de genial em uma história baseada em uma obra homônima escrita por Alexandre Dumas, aquele mesmo dos “Três Mosqueteiros”, ainda não li, mas está na minha lista!

Ah, o elenco também é maravilhoso, lá no site vocês vão entender, mas envolve um cara que sabe ir da comédia ao drama sem pestanejar, um que sempre está em pequenos papéis, mas sempre marca sua presença com seu talento, outro que pode ser chamado de homem de aço hoje em dia e tantos outros.

Acho que esse foi o resumo mais resumido que eu fiz, espero que gostem e que vão visitar o site sempre que poderem. Mas se vocês poderem nas quintas ou sextas à tarde eu ficaria muito feliz.

Se você gostou dê uma like aqui, vão visitar a coluna, sigam o blog, para sempre receberem as atualizações, e recomendem para seus amigos.

Beijinhos e até mais!

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