Nívia Colunista: “Heroínas”

Genteeee, não é porque ando meia sumida e ainda fui celebrar o Halloween que não irei fazer o que costumo fazer aos domingos: aquele resumão maravilhoso da coluna da semana lá do NoSet!!!

Para quem ainda não foi conferir, primeiro termine de ler o resumo aqui e depois vai lá no site (deixarei link lá no final). O babado por aqui é atiçar a curiosidade de vocês, o que começa a acontecer quando vocês souberem o título da coluna da semana, “Heroínas”.

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Amo todo esse mundo de heróis, com histórias complexas e poderes que tanto trazem felicidade quanto alguns desgostos. Só parar ter uma ideia, na minha aula da saudade eu me fantasiei de BatGirl. Ao mesmo tempo tenho alguns questionamentos sobre algo muito comum hoje em dia, a participação feminina em um mundo tipicamente masculino.

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Logicamente a ideia da luta da igualdade entre os gêneros é deixar de existir um mundo só dos homens e um mundos só das mulheres, dando importância igual para ambos.

Desde a época da aula da saudade, quando eu estava pesquisando uma fantasia para mim, percebo que as heroínas geralmente são derivações das histórias dos heróis, com poucas exceções, como é o casa da Mulher Maravilha. Não gostei de perceber isso, mas ao assistir uma série de heroína fiquei meia dividida, na verdade concluí que a origem não importa tanto quanto uma história bem contada.

A série é SuperGirl, aquela com Melissa Benoist (Glee), Chyler Leigh (Grey’s Anatomy) e Calista Flockhart (Brothers & Sisters), dentre outros muitos bons atores e atrizes. Não vou falar muito da trama porque não acompanho bem direitinho, ficaria devendo muito a vocês, mas o pouco que assisto me impressiono.

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O ponto alto, que me fez escrever sobre o assunto, foi em uma cena de um episódio em que o Flash estava “visitando” o mundo da SuperGirl (aquelas mil e uma terras, sabe). Nesse episódio há duas vilãs, uma já antiga, cuja missão era atacar a SuperGirl e a chefe de Cara, e outra era uma ex-colega de Cara, que também não ia com a cara dela.

Chegou um momento do episódio que Cara pede ajuda a Barry (Flash) para derrotar as vilãs e os quatro de encontrão em um parque, algo assim. Elas começam com aquela batalha verbal primeiro e acabam atacando Flash, ele simplesmente diz algo como: “vamos resolver isso entre mulheres”. Ele diz se justifica dizendo que elas estão em maioria. Ou seja, ela saí daquela regra gramatical e dá ênfase a presença feminina.

Ok, parece uma besteira, mas a cena foi super bem feita, o humor de Barry foi essencial e combinou muito bem com a essência da série, que é, pelo menos no meu ponto de vista, o empoderamento da mulher.

Bom, é isso, vão conferir a coluna completa lá no NoSet, curtam e deixem seus comentários (aqui ou lá, fiquem a vontade), quero saber a opinião de vocês.

Beijinhos e até a próxima!

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