Nívia Colunista: Filmes que nos fazem chorar… ou não!

Estou bem endividada com o blog, não é?? Entre crise de não-sei-o-que (gastrite/refluxo/enxaqueca/ansiedade, não sei ainda o que foi), uma viagem, a tentativa de iniciar uma nova rotina de estudos e ensaios para o espetáculo do fim do ano, fiquei com pouco tempo para escrever, mas tentarei recompensar.

Como hoje é domingo, então o assunto por aqui não poderia ser outra coisa, senão a coluna que que escrevi na quinta passada lá no NoSet. Vocês foram conferir? Ah se não foram ainda é clicar aqui, vai direto para a página. Só para dar um gostinho, vou fazer aquele resumão maroto para vocês.

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Essa semana eu resolvi escrever sobre algo que sempre me fez achar diferente de quase todos a minha volta, a “habilidade” de chorar ao assistir filmes dramáticos.

Eu sempre fui aquela pessoinha que chorava por tudo, mãe sempre diz que eu não podia ver nem minha sombra que era lágrima para tudo quanto é lado. Por causa disso eu imaginava que quando eu amadurecesse esse meu “dom” se manifestaria quando eu fosse assistir algum filme de drama, desses que as pessoas praticamente se desidratam.

Para a minha surpresa, isso não aconteceu, ainda sou emotiva, mas com outras coisas. Quer me ver chorar? Faça-me uma raiva grande, não escute o que eu tenho para falar, mostre-me uma história real de superação enquanto eu estiver doente ou não podendo comer de tudo, levem-me para tomar uma injeção. Aí sim, vocês verão um rio de lágrimas. Mas não me levar para assistir um filme de drama.

Lógico que gosto desse tipo de filme, assisto toda hora. Mas, diferente da maioria daqueles que gostam do gênero, eu não consigo chorar por mais envolvida que eu esteja com a história. Na maioria desses filmes eu procuro ver o lado bom da história, tipo a herança e as oportunidades (emocionais inclusas) que Lou ganha de Will em “Como Eu era antes de Você”, os momentos de alegria que Ansel e Gus têm mesmo cada um tendo um “prazo de validade” em “A Culpa é das Estrelas” e o reencontro sofrido e emocionado da família em “O Impossível”.

Claramente eu levei a sério demais aquele tal do “Jogo do Contente” dos livros “Pollyanna” e “Pollyanna Moça”, clássicos da autora Eleonor H. Porter, mas acho que isso é uma boa forma de encarar alguns finais não tão felizes.

Beijinhos e até a próxima.

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