Nívia Colunista: O Diabo Nunca Foi Tão Estiloso

Vocês estão ligadinhos na coluna? Se sim devem saber que falei sobre um filme que tem “diabo” no título, mas num tem nada a ver o coisa ruim; tem sim uma chefe durona, mas que mostra ter, pelo menos, um pouco de humanidade (em alguns flashs). Esse é “O Diabo Veste Prada” (The Devil Wears Prada – 2006).

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O filme é sobre uma recém formada em jornalismo que busca a tão sonhada oportunidade na indústria jornalística. A moça é muito inteligente e talentosa, porém não cuida nada da aparência, ela acha que é muito fútil se dedicar mais do que 05 minutos para se arrumar. Ela é Andy Sachs.

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Por ironia do destino, Andy é indicada para uma entrevista na Runaway, a revista de moda mais respeitada do país. O pior de tudo que a vaga é para ser uma das secretárias de Miranda Priestly, a chefe durona que não aceita nada a menos do que a perfeição, o que inclui a aparência de seus funcionários.

Apesar das aparências, Miranda não julga apenas pela aparência, ela ver em Andy um grande potencial pelo currículo acadêmico da moça, por isso a contrata. De primeiro Andy continua com a mesma mentalidade anti moda, o que acaba tornando tudo o que ver ao redor como algo inútil, ou seja, encara o emprego como temporário, inconscientemente ela não se esforça o suficiente para fazer o serviço.

Ao perceber que o “problema” estava nela mesma, Andy decide mudar fisicamente. Com a ajuda de Nigel, braço direito de Miranda, ela se transforma em uma fashionista, sabendo até citar nomes de grandes marcas que ela nunca havia ouvido falar. A partir daí a imagem dela perante Miranda evolui, a chefe passa a ter mais confiança em Andy.

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Enquanto Andy crescia em sua trabalho, conhecia gente rica, com muitos contatos e que podia a ajudar em sua carreira, sua vida particular ruía. Ela morava junto com seu namorado, Nate, e tinha dois grandes amigos, todos os três apreciaram a melhora física de Andy, mas sentem uma diferença interna também, ela não era mais quem eles conheciam, mudando completamente suas prioridades.

Esse filme passa muitas mensagens, desde a importância de se sentir capaz de superar desafios, respeitar as prioridades dos outros até que mudança é essencial para a evolução de cada um, mas devemos saber como mudar. É aquele velho clichê: “Mude as folhas, mantenha as raízes”.

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Não se esqueçam de irem conferir a crítica inteira do filme lá na coluna no NoSet, se puderem deixem deus comentários por lá!

Beijinhos e até mais!

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