Nívia Colunista – “Mundo Lumínios”

Será que vocês foram seguir minha coluna lá no NoSet? Se vocês foram lá esta semana viram que eu falei sobre um livro de um autor novo no mercado, um artista potiguar.

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O nome do livro é “Lumínios: A Vitória dos Exilados”, o que já dá para supor que é apenas o começo de uma jornada… e que jornada. Para você que gosta de sagas, com direito a escolher aquele personagem preferido, aquele odiado e aquela vontade de ter os bonequinhos para colecionador, este é o livro para você.

Logicamente há uma descrição beeeeeem completa lá na coluna, que você pode conferir ao clicar neste link ——> http://noset.com.br/o-mundo-de-luminios/. Porém, como eu gosto muito de vocês, vou fazer um resumão por aqui, vocês entenderão o quanto cativante é este livro, mesmo que você não seja exatamente um adolescente (que é o público alvo do livro).

Vamos lá usar a imaginação.

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O reino de Lumínios é divido em 10 regiões, cada um tem a sua especialidade, seu deus, seu Mestre e sua proteção (é como se fosse um exército). Apesar de cada um ter sua importância para o reino, a trama começa focada nos Mantos Azuis, regência localizada na capital, Aprécis.

O ano de 1128 marcou o final do mandato de Urit Draco como Regente (o mestre) dos Mantos Azuis. Ele teve passar seu cargo para Ignis Fênix, um jovem que não nasceu no lar dos Mantos Azuis, por isso, e porque tinha objetivos muito ousados aos olhos dos mais conservadores, era mal visto por muitos de seus colegas.

Ao tentar fazer uma aliança com o Vale das Águas, uma cidade ao Oeste de Lumínios e comandada por Ferox Baltazar, Fênix cai na armadilha comandada por aqueles conservadores que não o queriam no poder, que agiram ao lado da Mestra de Solaris do Ocidente, a cruel Lavina.

A partir do momento que se viu vítima desta armadilha, Fênix encontra apoio em um lugar que nunca imaginou nem que existiu, o “acampamento” dos exilados. Esses esquecidos e expulsos das cidades de Lumínios se uniram para poderem sobreviverem, receberam Fênix e seus aliados entre os seus e mostraram sua força.

É muito interessante entrar nesta história, a leitura te faz realmente imaginar cada cena descrita, consegue fazer com que o leitor fique curioso com o próximo passo de cada personagem. O livro vem com ilustrações, concretizando a descrição dos personagens principais. Enfim, é um livro que você precisa ler para entender sua importência!

O autor do livro é Paulo César Palhares, um potiguar, professor de geografia e escritor. Fiquei sabendo do livro porque conhecia o autor, ele é um primo DeMolay (dou a explicação do que é neste post —> Sou Filha de Jó), e ele mesmo me vendeu o livro, conquistou pelo entusiasmo. Fiquei feliz em ver uma obra dessas de um talento potiguar, acho que é o primeiro que escreve desta forma por aqui e está de parabéns.

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Foto na Feira do Livro! Na ordem aí, meu irmão, P. C. e eu (segurando o livro do momento =D).

Vão lá no site pessoal de P. C. Palhares, por lá vocês irão ver fotos de todos os eventos que ele está fazendo para divulgar o trabalho dele, além de outros detalhes sobre a saga, tenho certeza que vocês ficarão ainda mais interessados. 

Ah, para quem já está interessado em adquirir o livro, tem à venda no site da editora Trady!

Beijinhos, continuem acompanhando a coluna (toda quinta-feira) e até a próxima! 

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3 comentários em “Nívia Colunista – “Mundo Lumínios”

  1. Resenha fraca sobre o livro. Não disse nada.
    Apenas falou do enredo.
    Apenas quis elogiar o amigo.
    Nao agregou valor algum ao trabalho que tbm deve ser água com açúcar.
    Além de esta completamente por fora da nossa literatura.
    Existem milhares de autores que escrevem o gênero fantástico aqui no Estado.
    Procure estudar e se atualizar.

    Sofia Alice
    Professora e Artista Plástica.

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    1. Cara, colega de trabalho, muito me espanta o fel em suas palavras…

      A resenha ou resumo crítico acadêmico tem o prisma em resumir e voltar posições pessoais do resenhista, porém a Colunista teve sensatez em não entregar o enredo por completo, visto que existe uma proposta sentimental aos que pretendem adquirir seu exemplar e ler. Ela não foi egoísta, pensou nos seus leitores e possivelmente nos meus leitores.

      Em segundo ponto, pedir que a mesma estude mais, quando supracitado “tbm deve ser água com açúcar”, peço que reanalise o paradoxo oferecido em tais palavras. Sou professor, muito me esforço pelo meu trabalho, levei cerca de oito anos para produzir minha referida obra, que mesmo que não tivesse valor comercial, existiria em seu cerne muito sentimento envolvido.

      A literatura potiguar é sim riquíssima, sou amigo de vários poetas, os quais respeito e muito admiro, mas desses mesmos escritores também sou reconhecido como pioneiro nessa área. Nívia não utilizou de palavras únicas, ela teve embasamento de pessoas que compartilham da mesma ótica e eu muito menos me auto intitulei… Acredito que estamos nesse mundo para partilhar coisas boas e incentivarmos um ao outro, não quero diminuir qualquer outro colega, visto que o Sol foi feito para todos, mas meus números são resultados de muito esforço, palavras dita pelo caro escritor Sandemberg Oliveira, Secretário Geral da SPVA é que na história do RN pouco foi visto marcas tão impressionante nas últimas décadas, um lançamento feito com 164 pessoas, 302 livros vendidos em um mês e um retorno positivo de quase toda totalidade dos leitores (O pleonasmo foi proposital)… Para construir esse “mamão com açúcar” precisei andar muito a pé, precisei dormir de madrugada e muitas vezes nem dormir, precisei tirar do meu sustento para sustentar meu sonho e também ver esse dinheiro ser roubado de mim, por favor professora, não tome como banal aquilo que fiz com tanto amor… Nunca proferi uma palavra que pudesse lhe ferir, mas você em menos de um parágrafo desmereceu todo meu trabalho sem nem o conhecer. peço que assista esse documentário sobre o mesmo, uma forma de entender um pouco mais o que se passa e quem sabe ser convidada a me conhecer.

      Por fim, Nívia não era minha amiga, não possuía obrigação em me elogiar, não dei livro de presente e muito menos foi cobrado flores em palavras. A Colunista ao qual nos falamos tem um trabalho bonito, feito por amor e com sinceridade, ao qual tenho acompanhado nos últimos tempos e fico muito feliz de mesmo sem ter feito nada para tal, ela ter me agraciado com suas palavras e incentivo, terminarei aqui agradecendo a Nívia, pois mais uma vez como foi dito ela escolheu iluminar o mundo.

      No mais, deixo carinhosamente meus cordiais agradecimentos,

      P. C. Palhares
      Ser humano.

      Curtido por 1 pessoa

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