Nívia colunista: “Mestre Wonka”

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Hoje é domingo, logo teremos o que? Aquele revival maroto da minha coluna semanal lá do noset.com !!!!!  Essa semana me foquei em um dos filmes mais doces que já assisti, com todos os trocadilhos que vocês possam imaginar, “A Fantástica Fábrica de Chocolate”!

Tive essa ideia por causa de uma notícia ruim, o falecimento do ator que interpretou Willy Wonka na primeira versão do filme, datada de 1971, Gene Wilder. Isso aconteceu no dia 29 de agosto, na mesma semana a Warner fez uma homenagem a ele, transmitiu o filme. Eu não sabia, mas estava mudando de canal, encontrei o filme e comecei a assistir, algumas comparações vieram a minha cabeça.

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A trama, em ambas as versões, tem a mesma história, mas em aspectos diferentes. Um mestre chocolateiro excêntrico, dono da maior fábrica de chocolate do mundo, com funcionários misteriosos, que distribui pelo mundo cinco bilhetes dourados em suas barras de chocolates, estes eram ingressos para conhecer a sua fábrica de chocolate, local que ninguém, em muitos anos, havia entrado.

Por outro lado tem Charlie, uma criança que mora na mesma cidade que a fábrica está sediada, ele vem de uma família muito humilde, que é o centro de suas prioridades por isso trabalha para os ajudar. Mas, como qualquer criança do mundo, teve vontade de encontrar o bilhete dourado e conhecer a famosa fábrica de chocolate, afinal sempre passava em frente e sonhava como seria por dentro.

Na saga dos bilhetes, a primeira criança a encontrar o bilhete foi um alemão gordo demais, Augustos Gloop, a segunda foi a mimada Veruca Salt, a terceira foi a competitiva Violet Beaureguard e a quarta foi o viciado em tecnologia e arrogante Mike Teavee. O último bilhete teria sido encontrado por um garoto russo, porém no dia seguinte da publicação da notícia foi descoberto a fraude, logo Charlie ainda tinha esperanças de encontrar o bilhete.

Depois de algumas tentativas, Charlie encontrou seu bilhete dourado. No dia marcado, as cinco crianças, acompanhadas de seus responsáveis (Charlie estava com seu avô Joe), foram recebidas por Willy Wonka. A fábrica por dentro não era nada do se poderia imaginar, os processos eram completamente inusitados, o ganache era feito a partir de um rio de chocolate, por exemplo. Os funcionários eram o pequenos Oompa Loompas, vindo de uma terra estranha que cultuava o cacau, mas viviam de forma degradante (segundo Willy). Além de tudo, eles são os destaques das cenas musicais!

A história é a mesma porque tem base no livro “Charlie and the Chocolate Factory”, escrito por Roald Dahl, publicado em 1964. A diferença nos aspectos de cada filme pode ser encontrado no título, o de 1971 é “Willy Wonka & the Chocolate Factory” e o de 2005 (que Willy é interpretado por Johnny Depp) é “Charlie and the Chocolate Factory”, ou seja, o primeiro é mais focado na fábrica em si e o segundo em Charlie.

Para mim não há uma versão melhor que a outra, há formas diferentes de se ver. No primeiro vemos um Willy mais amigável, próximo das crianças, já no segundo o Willy é extremamente excêntrico, mas com mais complexidade, o que dá mais dinamismo à trama (lembremos que o diretor da segunda versão é Tim Burton, logo temos que esperar algo mais sombrio e complexo).

O elenco é muito interessante. A segunda versão consegue trazer atores que nos fazem lembrar da primeira versão (se você já assistiu), especialmente as crianças, as semelhanças são incríveis, indo um pouco mais além (novamente, temos que lembrar de Burton). Entre Gene Wilder e Johnny Depp eu tenho que ir no clichê: não sou capaz de opinar!

Convido a todos a visitarem o site http://noset.com.br/mestre-wonka/ e conferirem o artigo completo, modéstia à parte, está muito legal, um dos trabalhos que tenho mais orgulho. Estão mais do que convidados a curtir, comentar e compartilhar, seja por aqui ou por lá, ficarei feliz pela interação e saberei que vocês estão gostando de ler!

Beijos e até a próxima.

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2 comentários em “Nívia colunista: “Mestre Wonka”

  1. Own, AMEI!!!!!!!!!

    Mas até hoje não assisti à primeira versão, só à segunda… o que a falta de tempo não faz, não é? Não aguento mais a faculdade.

    Depois dessa, adoraria que a escola onde faço balé realmente apresentasse “A fantástica fábrica de chocolate”!! 😀

    Curtir

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